(...)
Pensamentos ordinários, peripécias desimportantes, imagens inadvertidas e uma longa lista de poréns...
sábado, dezembro 05, 2009
Wordpress
.: Atualmente meus trabalhos podem ser acessados em http://eniorodrigo.wordpress.com/
sexta-feira, julho 03, 2009
Parado?
Atualmente estou na prática nos sites abaixo:
www.comciencia.br
www.paralelas.wordpress.com
www.cienciaecultura.bvs.br
E prometo voltar a postar aqui algumas peripécias desimportantes que me acompanham em lugares inusitados como a ida à padaria.
=D
www.comciencia.br
www.paralelas.wordpress.com
www.cienciaecultura.bvs.br
E prometo voltar a postar aqui algumas peripécias desimportantes que me acompanham em lugares inusitados como a ida à padaria.
=D
quinta-feira, setembro 11, 2008
Os Intrépidos Homens e suas Máquinas Maravilhosas

Sim, o Grande Colisor de Hádrons. Ele funciona! Ou vive, acho que seria mais apropriado. E a próxima frase podia ser "morram humanos!".
Alguns andam morrendo, inclusive.
Mas o brinquedão pra mim é coisa de menino que cresce nerd. Não que não seja ótimo, legal ver os átomos ali, correndo, correndo e literalmente morrendo na praia, e os físicos de pau duro olhando pela janelinha. No mundo dos átomos não sei como deve ser. Deve ser um saco: corre, corre, "pá!", bate.
Quando eu era criança adorava meus "carrinhos de ferro". E carrinho de ferro é legal porque da pra brincar de batida. Forte. E eles lascam, abrem capô e tal.
E o Grande Colisor de Hádrons (Morram Humanos!) é coisa dessas crianças intrépidas e seus grandes brinquedos maravilhosos, que diminuiram os carrinhos e aumentaram o pátio.
Será que no futuro vai ter mini-colisor pra criançada, tipo kit mini cientista? Já pensou? Vai ser uma coisa de pai comprando átomo pro filho bater.
Legal.
quarta-feira, junho 13, 2007
Luigi! There's a man here!
"Conheço pessoas que conhecem pessoas". Com essa simples frase um amigo meu explica o fato de ter acesso a tantas informações (e tranqueiradas) que surgem no pequeno box do msn. Em uma difusão de informações, que não é nenhuma novidade, me surgiu esse arquivo de som no blog do Gustavo Moura (não, não o conheço, somente o blog).
O efeito, conhecido como "3d sound", não é novo mas impressiona mesmo assim.
Recomendo (mesmo) usar fones de ouvido. Quanto melhores, mais surpreso você ficará com a experiência.
O episódio da barberia (o primeiro link acima) é bem simpático, mas tem outros exemplos aqui por exemplo.
(foto: arquivo da maryland historical society)
sexta-feira, maio 04, 2007
Quero ser Kurt Nimmo
Vale a pena a visita aos flogs desse cara, que pelo jeito deu uma parada de fotografar (ou pelo menos de postar).
Atualmente ele se mantém ocupado no blog http://www.kurtnimmo.com/.
Mas tem algumas coisas aqui ainda: http://www.fotolog.com/nimmo/ e aqui.
Atualmente ele se mantém ocupado no blog http://www.kurtnimmo.com/.
Mas tem algumas coisas aqui ainda: http://www.fotolog.com/nimmo/ e aqui.
sábado, abril 28, 2007
O zen da guerra
Me deparei com esse quase risível vídeo de uma TV japonesa falando sobre armas.
Não, não sou belicista, nem tenho fetiches com armas. Mas vejam bem, esse vídeo me deixou tão calmo.
A tranquilidade do narrador falando (imagino) sobre as qualidades dos artefatos e a música new age de fundo são simplesmente uma tranquilidade.
Um ótimo exercício de antropologia visual.
Não, não sou belicista, nem tenho fetiches com armas. Mas vejam bem, esse vídeo me deixou tão calmo.
A tranquilidade do narrador falando (imagino) sobre as qualidades dos artefatos e a música new age de fundo são simplesmente uma tranquilidade.
Um ótimo exercício de antropologia visual.
sábado, abril 21, 2007
The Traveling Wilburys
No começo da década de 90 (ou final da de '80) me lembro de algum de meus amigos ter comprado um disco que tinha o George Harrison na guitarra, o Ringo Star na bateria e não era um dos Beatles.
Era uma banda que além dos dois citados acima ainta dinha Tom Pety, Bob Dylan, Roy Orbison (que fazia sucesso com o "Pretty Woman" na época) e Jeff Lynne que se revesavam nas faixas e clipes (poucos para tanto talento).
A banda tinha um som despretensioso como pouco se vê hoje em dia.
Não me lembro como a banda acabou. Seria somente clicar no meu site de buscas favorito, eu sei. Mas prefiro ficar com a lembrança assim, fugidia. Para os Wilbury Brothers e pra outras tantas coisas.
Era uma banda que além dos dois citados acima ainta dinha Tom Pety, Bob Dylan, Roy Orbison (que fazia sucesso com o "Pretty Woman" na época) e Jeff Lynne que se revesavam nas faixas e clipes (poucos para tanto talento).
A banda tinha um som despretensioso como pouco se vê hoje em dia.
Não me lembro como a banda acabou. Seria somente clicar no meu site de buscas favorito, eu sei. Mas prefiro ficar com a lembrança assim, fugidia. Para os Wilbury Brothers e pra outras tantas coisas.
quarta-feira, abril 18, 2007
Robocop e o Aquecimento Global
Engraçado. No início dos anos 90 eu (e tenho certeza que vários de vocês) fui ao cinema assistir ao blockbuster do momento: Robocop.
Com um estilo próprio o diretor inseria uns comerciais fakes no meio do filme pra fazer algo como uma crítica a alguns temas.
Me lembro de um deles onde um comercial de bloqueador solar, com lindas loiras estilo "bay watch", vendia um produto roxo que prevenia as pessoas de desenvolverem câncer por causa dos raios ultravioletas.
Risível no mínimo.
Será?
Esse link da Folha me deixou na dúvida.Será que a indústria do consumo vai deixar passar o Aquecimento Global em branco (ou roxo, como era o caso em Robocop)
Com um estilo próprio o diretor inseria uns comerciais fakes no meio do filme pra fazer algo como uma crítica a alguns temas.
Me lembro de um deles onde um comercial de bloqueador solar, com lindas loiras estilo "bay watch", vendia um produto roxo que prevenia as pessoas de desenvolverem câncer por causa dos raios ultravioletas.
Risível no mínimo.
Será?
Esse link da Folha me deixou na dúvida.Será que a indústria do consumo vai deixar passar o Aquecimento Global em branco (ou roxo, como era o caso em Robocop)
quinta-feira, abril 12, 2007
20 elefantes, incomoda, incomodam, incomodam...
Passei parte da minha infância assistindo TV. Minha mãe trabalhava dois períodos e eu sou filho único, o que me deixava o período da tarde inteiro pra fazer lição, ser mimado pela avó e assistir a Sessão da Tarde e/ou equivalente.
Como diria Jim Carrey em "Cable Guy", eu aprendi os fatos da vida assistindo ao "Fatos da Vida" (uma pena não ter nenhum programa na TV brasileira da época pra fazer um trocadilho tão bom).
Bom, auto-análise à parte, o fato é que minha formação musical foi de certa forma cunhada pelos desenhos animados. Ouço jazz e sempre lembro de Tom e Jerry, ou então me vem cenas do Pernalonga ao ouvir uma peça clássica como "Cavalaria Rusticana" ou o "Barbeiro de Sevilha ("fígaro cá!") por exemplo.
No escritório, graças a um shuffle doente do meu companheiro de função, entre um punk rock do Bad Religion e uma viagem do Queen pipocam clássicos Clássicos (aqueles onde velhos barbados, carrancudos e caricatos usando gravata borboleta regem um zoológico de instrumentos).
- Que é isso? - me assustei dia desses.
- "Abertura Solene" de Tchaikovsky.
Deus, não consigo pensar em uma trepada de elefantes em uma fábrica de sinos. No final ao invés de cigarro, Berlin é bombardeada.
Ah, se eu fosse Disney!
Que sorte dessas malditas crianças.
(update, o gol é aos cinco minutos ou lá pelo Terceiro ou Quarto Movimento. Uma versão bem menos roots da que ouvi, disponível aqui: http://www.youtube.com/watch?v=J6LY11kV444. Infelizmente: "Embedding disabled by request")
Como diria Jim Carrey em "Cable Guy", eu aprendi os fatos da vida assistindo ao "Fatos da Vida" (uma pena não ter nenhum programa na TV brasileira da época pra fazer um trocadilho tão bom).
Bom, auto-análise à parte, o fato é que minha formação musical foi de certa forma cunhada pelos desenhos animados. Ouço jazz e sempre lembro de Tom e Jerry, ou então me vem cenas do Pernalonga ao ouvir uma peça clássica como "Cavalaria Rusticana" ou o "Barbeiro de Sevilha ("fígaro cá!") por exemplo.
No escritório, graças a um shuffle doente do meu companheiro de função, entre um punk rock do Bad Religion e uma viagem do Queen pipocam clássicos Clássicos (aqueles onde velhos barbados, carrancudos e caricatos usando gravata borboleta regem um zoológico de instrumentos).
- Que é isso? - me assustei dia desses.
- "Abertura Solene" de Tchaikovsky.
Deus, não consigo pensar em uma trepada de elefantes em uma fábrica de sinos. No final ao invés de cigarro, Berlin é bombardeada.
Ah, se eu fosse Disney!
Que sorte dessas malditas crianças.
(update, o gol é aos cinco minutos ou lá pelo Terceiro ou Quarto Movimento. Uma versão bem menos roots da que ouvi, disponível aqui: http://www.youtube.com/watch?v=J6LY11kV444. Infelizmente: "Embedding disabled by request")
quinta-feira, março 29, 2007
Vida e morte, Helga
Queriam matar o urso bebê alemão.
Mas essa semana quem acabou morrendo foi o panda.
Olho gordo, tenho certeza.
Arruda atrás das orelhas, pandas do mundo!
Mas essa semana quem acabou morrendo foi o panda.
Olho gordo, tenho certeza.
Arruda atrás das orelhas, pandas do mundo!
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
Preguiça, com 'p', de puta velha
Hora de mexer aqui, certo?
Vou pensar comigo mesmo e já respondo, ok?
Afinal é hora de exercitar os tais músculos da escrita.
Ou volto ao Big Brother e deixo meu cérebro derreter devagar e doloridamente?
Antes fosse tudo culpa de um programa de TV.
Dúvida cruel. Dúvida de vida. Dúvida de ida. Or should I stay?
Ano longo, o passado. E outro se inicia. Aguento o tranco? Guento! Sempre guento. Mas hora de tomar rumo mais certo, certo?
Enquando isso eu monoblógo. Ou morro tentando.
Ok, tento, mas não morro (instruções ao diretor sobre essa última frase: o personagem deve bradar ao vento como quem controla essa vírgula do destino. Favor usar um ator sério; película pb; tom dramático...melhor, melodramático)
Vou pensar comigo mesmo e já respondo, ok?
Afinal é hora de exercitar os tais músculos da escrita.
Ou volto ao Big Brother e deixo meu cérebro derreter devagar e doloridamente?
Antes fosse tudo culpa de um programa de TV.
Dúvida cruel. Dúvida de vida. Dúvida de ida. Or should I stay?
Ano longo, o passado. E outro se inicia. Aguento o tranco? Guento! Sempre guento. Mas hora de tomar rumo mais certo, certo?
Enquando isso eu monoblógo. Ou morro tentando.
Ok, tento, mas não morro (instruções ao diretor sobre essa última frase: o personagem deve bradar ao vento como quem controla essa vírgula do destino. Favor usar um ator sério; película pb; tom dramático...melhor, melodramático)
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
Montevideos Fotoatos de Tókio
De Mariana Spagnuolo @ http://www.acaradojapao.blogspot.com/
Beijão Mari!
domingo, fevereiro 04, 2007
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
1x0
Atitude de ano velho: arranjar um vício.
Resolução de ano novo: me livrar do vício.
De virada é mais emocionante, dizem.
Resolução de ano novo: me livrar do vício.
De virada é mais emocionante, dizem.
segunda-feira, janeiro 29, 2007
Tic
Tal qual o coelho branco, não parava para ver a vida passar. Ia ao encontro, cronometrando o tempo perdido.
Um dia quebrou o pé (sinal de má sorte, entre os coelhos). Entre um ponto e uma vírgula olhava os outros coelhos nos seus tempos e compassos. Quando sempre deixada sozinha, na sua limitação espacial, descobria-se insustentavelmente um ser carente do tempo alheio. Daí a epifania: para isso lhe servia o relógio atado às vestes. Para roubar tempo dos outros, e com isso suas atenções.
Tac.
Um dia quebrou o pé (sinal de má sorte, entre os coelhos). Entre um ponto e uma vírgula olhava os outros coelhos nos seus tempos e compassos. Quando sempre deixada sozinha, na sua limitação espacial, descobria-se insustentavelmente um ser carente do tempo alheio. Daí a epifania: para isso lhe servia o relógio atado às vestes. Para roubar tempo dos outros, e com isso suas atenções.
Tac.
Minha cozinha em números
Abri o armário atrás de um copo. Ao alcance da mão estava um de plástico verde que me causou a epifania. Tinham sido quatro bolachas pra ter aquela porcaria de copo de plástico verde quase descartável. Outro da mesma coleção, azul, mais quatro pacotes de bolacha e outro laranja idem.
Ao fundo vinte sachês de café solúvel tinham me dado direito à caneca vermelha. Eram duas.
Um par de taças de vinho que tinham sido trocadas por 10 refeições em um restaurante fast-food.
Uma conta por cima revelou 16 copos de requeijão de marcas variadas (percebe-se pela silhueta), além de mais dois ou três pratos de outra promoção do tal restaurante acima, uma jarra do suco com o logo do fabricante do pózinho colorido, ótimas vazilhas vazias de um outro café solúvel, potes atarracháveis sobrados de geléias e outras tantas quinquilharias.
Minha cozinha se transformou em reduto do resto da publicidade das grandes corporações.
Penso que é a vez de mobiliar a sala. Acho que vou apelar pras marcas de cigarro.
- Um sofá por um câncer, vocês fazem?
Ao fundo vinte sachês de café solúvel tinham me dado direito à caneca vermelha. Eram duas.
Um par de taças de vinho que tinham sido trocadas por 10 refeições em um restaurante fast-food.
Uma conta por cima revelou 16 copos de requeijão de marcas variadas (percebe-se pela silhueta), além de mais dois ou três pratos de outra promoção do tal restaurante acima, uma jarra do suco com o logo do fabricante do pózinho colorido, ótimas vazilhas vazias de um outro café solúvel, potes atarracháveis sobrados de geléias e outras tantas quinquilharias.
Minha cozinha se transformou em reduto do resto da publicidade das grandes corporações.
Penso que é a vez de mobiliar a sala. Acho que vou apelar pras marcas de cigarro.
- Um sofá por um câncer, vocês fazem?
Inacabada
O que me assusta é perceber que ao juntar os caquinhos para colar, existem pedacinhos que são dela. E a obra que ia ser assim um remendo só vira, de repente, uma escultura de Gaudí.
Imagino se fossem colados, juntos com todas as partes, que obra bonita de se ver que ia dar.
Mas fica assim, do jeito dito antes, com título embaixo em letrinhas colantes numa plaquinha branca "obra inacabada, não toque".
Imagino se fossem colados, juntos com todas as partes, que obra bonita de se ver que ia dar.
Mas fica assim, do jeito dito antes, com título embaixo em letrinhas colantes numa plaquinha branca "obra inacabada, não toque".
terça-feira, novembro 21, 2006
Reveja seus conceitos
- E a campanha, aprovada?
- Não.
- Mas o conceito era tão legal...
- De bons conceitos o inferno tá cheio. E se conceito fosse bom, ninguém dava.
- ...
(Momento patada. São parcos, mas acontecem)
- Não.
- Mas o conceito era tão legal...
- De bons conceitos o inferno tá cheio. E se conceito fosse bom, ninguém dava.
- ...
(Momento patada. São parcos, mas acontecem)
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